O
tratamento preventivo e interceptador das classes III sempre foram um tema
muito controvertido na especialidade. Mas, à luz dos conhecimentos da previsão
arqueal de crescimento facial, das características e dos fatores de alarme
das classes III cirúrgicas, RICKETTS1
propõe o tratamento precoce para todos os pacientes, mesmo aqueles cuja
previsão arqueal aponte para o crescimento anormal.
A base anterior do crânio curta e a deflexão craniana aumentada,
permitem-nos pensar em um tratamento que procure projetar a maxila para a
frente, a fim de que se possa corrigir, de modo rápido, o overbite e o
overjet invertidos.
Em crianças em torno dos 7 - 8 anos de idade, o tratamento consiste em
aplicar um quad helix para o descruzamento da mordida e expansão da
maxila, seguido de uso de uma máscara facial do tipo DELAIRE2,
para aproveitar a disjunção conseguida nesses pacientes onde as suturas estão
abertas e permitem uma grande movimentação mesial das estruturas ósseas
(figura).
Mesmo que este tipo de terapia leve à uma biprotrusão óssea maxilomandibular, esteticamente, teremos um perfil aceitável para esta tipologia de classe III com crescimento anormal e, dessa forma, evitaremos, em grande número de casos, a intervenção cirúrgica.
Deve-se
considerar que, diante de um fracasso no tratamento preventivo/interceptador,
o especialista não poderá ser inculpado porque, além da tentativa válida
de circunscrever uma anomalia tão grave, o paciente estará em melhores condições
oclusais em relação à sua situação inicial e quase pronto para a fase cirúrgica.
TRATAMENTO
DAS MALOCLUSÕES DA CLASSE III DE ANGLE NA TERAPIA BIOPROGRESSIVA
As
maloclusões da classe III de Angle são, estatisticamente, as de menor incidência
– cerca de 5% do total dos casos.
Na literatura especializada encontramos
poucos artigos sobre o diagnóstico diferencial, tratamento interceptador e
biomecânica. Esses trabalhos, geralmente, não mostram fotografias das fases
mecânicas, apenas o antes e depois, e uma descrição sumária dos
dispositivos e arcos empregados nas correções (figura).
RICKETTS1-3
relata
que em sua experiência clínica com os primeiros 1000 pacientes tratados,
somente 1,6% eram portadores de classe III. É por essa razão que não
encontramos em seus artigos ou livros matéria a respeito nem, tampouco, as
seqüências mecânicas para tratá-las, com exceção do exemplo da figura
e das indicações para o tratamento preventivo e interceptador, a
partir dos 6 anos de idade.

FIG.
13.1 – A - A classe III pode ser tratada com arcos seccionados de forma
reversa em relação a uma classe II. B - O cruzamento vestibular é melhor
tratado com a intrusão pelos elásticos entrecruzados. Note que os elásticos
deprimem ou intruem os molares.
As seqüências biomecânicas seccionadas que estamos propondo fazem parte do Bio-System que criamos com a montagem III e são o resultado da experiência clínica de 3 décadas no tratamento de todos os tipos de classe III.
Procuramos
criar uma biomecânica tanto para o tratamento das classes III dentárias,
quanto para o preparo pré-cirúrgico dos portadores de prognatismo verdadeiro
mandibular que serão submetidos a uma cirurgia ortognática.
O Bio-system III possui ganchos nos caninos e pré-molares
superiores e nos caninos e incisivos laterais inferiores para a aplicação de
elásticos de classe III triangulares, duplos e pesados de 3/16”, ao invés
dos clássicos apoiados nos molares superiores e caninos inferiores.
YAMAGUCHI4
indica
esse tipo de aplicação dos elásticos de classe III para evitar a extrusão
dos molares superiores de apoio. (fig. 13.1)
Para os casos cirúrgicos são indicados brackets com ganchos em todos
os pré-molares para a colocação dos dispositivos e elásticos de fixação
pré e pós-cirúrgica.
DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL E TRATAMENTO DAS MALOCLUSÕES DA CLASSE III DE ANGLE
Essa anomalia afeta o aspecto estético, funcional e psicossocial do paciente,
por seu efeito altamente deformante, o que nos permite reconhecê-la como uma
verdadeira síndrome.
As classes III dentárias podem também
refletir uma relação esquelética de classe III. O diagnóstico preciso é
fundamental para avaliar que tipo de terapêutica é a mais indicada.
O tratamento deve ser iniciado tão
logo seja diagnosticada a má oclusão independentemente do tipo de classe
III, para prevenir que o problema se torne mais severo e, ocasionalmente,
evitar ou reduzir a necessidade de cirurgia ortognática.

De acordo com MONTI5,
a utilização de forças ortopédicas extrabucais para a correção das más
oclusões das classes III foi indicada por Cellier,
em 1802, que usava um dispositivo semelhante à mentoneira atual. As
mentoneiras são usadas como um dos dispositivos ortopédicos para tratamento
das más oclusões classe III.
LEVI et al.6
mencionaram
Farrar, Kingsley, Angle e Case,
como percusores do uso de forças extrabucais do tipo mentoneira para a correção
das maloclusões de classe III.
RICKETTS7
utilizou laminografias de ATM, considerou a mandíbula como um osso instável
e que mudanças poderiam ser provocadas de forma experimental na articulação
temporomandibular pela utilização de forças ortopédicas. Mas, a questão
do local exato de crescimento e remodelação ainda causava muita controvérsia.
MOLLIN8
introduziu
o arco facial basculante inferior, cujo arco interno se encaixava nos últimos
molares inferiores, com a força aplicada sobre esses dentes.
DELAIRE2
utilizou o aparelho extra-oral com tração reversa, comumente denominado de Máscara
de Delaire. Porém, este dispositivo só veio a se tornar mundialmente
difundido através de PETIT9,
que modificou alguns conceitos básicos da máscara original.
De acordo com TURLEY10,
as classes III de Angle apresentam, em sua maioria, retrusão da maxila, o que
justificaria o tratamento ortopédico na face média. Indica, inicialmente, a
expansão rápida da maxila, seguida pelo uso imediato de um aparelho de
protração da maxila com
BENVENGA11-12
afirmou que o tratamento precoce das maloclusões de classe III de Angle
sempre foi um tema muito controvertido mas, à luz dos conhecimentos da previsão
arqueal de crescimento facial e dos fatores de alarme das classes III cirúrgicas,
deve-se iniciar o tratamento, para todos os pacientes, visando projetar a
maxila para a frente, a fim de que se possa corrigir de modo rápido o overjet
e overbite invertidos. Em crianças em torno de 8 anos de idade, o
tratamento consiste em aplicar um quad helix para o descruzamento e a
expansão do arco dentário superior, seguido do uso de uma máscara facial do
tipo Delaire, para aproveitar a disjunção conseguida nesses pacientes,
nos quais as suturas estão abertas e permitem uma grande movimentação
anterior das estruturas ósseas.
DIAGNÓSTICO
A classe III esquelética, quando
apresentar uma discrepância entre o crescimento da maxila e mandíbula, pode
resultar de uma:
1.Maxila
bem posicionada em relação à base do crânio com uma protrusão mandibular.
2.Retrusão
maxilar e mandíbula bem posicionada.
3.Combinação
de retrusão maxilar e protrusão mandibular.
ELLIS e McNAMARA13
afirmaram que as maloclusões de classe III se devem à associação de
fatores dentários e esqueléticos. Na amostra pesquisada, as classes III se
distribuíram da seguinte forma:
a)
prognatismo
mandibular 19,2%;
b)
retrognatismo
maxilar 19,5%;
c)
retrognatismo
maxilar e prognatismo mandibular 30,1%.
LANGLADE14
afirmou que, no crescimento normal da face, a quantidade de crescimento da
base anterior do crânio é praticamente igual à do corpo da mandíbula. Já
nas maloclusões de classes III cirúrgicas há um hipodesenvolvimento da base
anterior do crânio, acompanhado de crescimento mandibular exagerado (Fig.
13.3).



FIG.
13.5 - Medidas cefalométricas usadas na avaliação do crescimento das
maloclusões da classe III de Angle, segundo Schulhof.
A Figura 13.6 mostra a ficha para o
diagnóstico da síndrome da classe III cirúrgica com os 15 fatores que a
definem.
O diagnóstico deve ser feito a partir da anamnese, exame clínico facial e
intra-oral, modelos de estudo e com uma Cefalometria que tenha aplicação clínica
comprovada e realmente defina as necessidades terapêuticas do paciente.
A análise cefalométrica de Ricketts
é bastante exata para definir se a classe III é dentária, esquelética ou a
combinação de ambas.
A posição da maxila e da mandíbula no espaço são avaliadas em relação aos planos de referência Ba-Na e Frankfurt. A relação própria entre a maxila e a mandíbula é avaliada a partir da posição do ponto A em relação ao Plano Facial. Leva-se em consideração, também, o tamanho da base anterior do crânio, o tamanho do corpo mandibular, e a deflexão craniana, que é a relação angular de Ba-Na com Frankfurt, definindo-se, a partir daí, qual a terapêutica mais indicada a cada caso a ser tratado.


TRATAMENTO
As maloclusões esqueléticas classe
III são difíceis de tratar somente por meios ortodônticos intra-orais. Em
vista desse problema, forças extra-orais de tração reversa têm sido
indicadas desde as fases de dentição decídua e mista, visando a evitar ou
facilitar, na idade adulta, um procedimento cirúrgico para a correção de
uma displasia tão grave.
FURQUIM
et. al.16
afirmaram que quando é diagnosticado o prognatismo mandibular, a terapêutica
indicada por autores como Mitani,
Sakamoto, Sugawara, Deguchi e
McNamara, é a utilização de mentoneira com a intenção de intervir no
crescimento mandibular, mesmo sabendo das limitações dessa terapêutica.
FURQUIM
et. al.16
avaliaram,
também, que mesmo que o diagnóstico e plano de tratamento sejam realizados
corretamente, o prognóstico dependerá de fatores como:
-
idade
do paciente;
-
colaboração
do paciente;
-
magnitude
da maloclusão;
-
comportamento
vertical das bases apicais;
-
presença
de compensações dentárias;
-
bases
ósseas envolvidas;
-
mecânica
utilizada.
A ancoragem é feita com o casquete cérvico-occipital de Interlandi, que permite varias opções da linha de ação da força.
A colocação do arco interno é feita no tubo de
O ponto de aplicação da força da maxila varia conforme a necessidade do
caso:
· Tração da arcada superior como um todo: elásticos adaptados ao nível dos primeiros molares superiores com arco contínuo ou
em outro dispositivo intra-oral como, por exemplo, à barra palatina ou o
quadrihélice.
·
Tração
do segmento anterior (incisivos): arco utilidade e aplicação dos elásticos
por distal dos laterais.
O sistema de força é representado por elásticos, com os níveis
preconizados pela Terapia Bioprogressiva, ou seja,

FIG.
13.9 – O aparelho extra-oral basculante inferior de ação reversa criado
por Baptista.
As maloclusões da classe III podem se
apresentar com inúmeras variações dentoesqueléticas. Feito o seu
reconhecimento e analisando o seu grau de gravidade, o ortodontista deverá
iniciar o tratamento adequado para a correção de suas características
anormais, baseando seu diagnóstico na anamnese, na avaliação facial e em
uma análise cefalometrica segura e completa.
O tratamento precoce do prognatismo
mandibular não altera o fator genético de desenvolvimento mandibular. Os
tratamentos preventivo e interceptador não
significam, necessariamente, tratamentos prolongados, nem antes do tempo
devido. É, antes de tudo, uma forma eficiente de intervenção, buscando o
equilíbrio do desenvolvimento, pois, como bem coloca RICKETTS18
: “Se não forem tratadas, as maloclusões da classe III se alimentarão de
si próprias”.
Normalmente, um tratamento ortodôntico
e ortopédico é indicado para que se possa diminuir as chances de intervenção
cirúrgica. A intervenção a partir dos 6 - 7 anos de idade faz com que a
discrepância não se desenvolva em todo o seu potencial. É importante
considerar, em cada caso, as relações verticais e ântero-posteriores com o
padrão facial, para aplicar adequadamente a magnitude da força necessária
na área afetada e, assim, modificar de forma permanente as estruturas basais,
com o propósito de devolver o equilíbrio facial ao paciente.
Mesmo
que este tipo de tratamento leve a uma biprotrusão óssea, esteticamente
teremos um perfil aceitável para esta tipologia de classe III com crescimento
anormal e, dessa forma, evitaremos, em um grande número de casos, a intervenção
cirúrgica mais complexa, podendo se necessário para melhorar a estética
facial do paciente somente uma genioplastia.
O
aparelho proposto por Baptista mostrou-se
efetivo e a paciente colaborou, aceitando o seu uso devido às semelhanças
com o aparelho extra-oral tradicional e ao nível de força aplicada, que,
praticamente, não causa grandes desconfortos.
REFERÊNCIAS
BIBLIOGRÁFICAS:
1.RICKETTS,
R. M.: On
Growth Predicton. S. Clin. Orthod. Interviews. 9: 420 – 434, July, 1975.
2.DELAIRE,
J. L`articulation Fronto-maxilare. Bases Théoriques et Principes Généraux
D`aplication des Forces Extra-orales Postéro-antérieures sur Masque Orthopédique.
Revue Stomatol., Paris, v. 77, n° 7, p. 921-930, 1976.
3.RICKETTS,
R. M.: On
Early Treatment, Part 1,2 and 3. J. Clin. Orthodont. 13: 23 – 38, 115
–127, 181 – 199, January, February, March, 1979.
4.YAMAGUCHI,
T.: Non-Extraction Treatment of Skeletal Class III. Trabalho apresentado no
FOR Meeting – Foundation for Orthodontic Research, Anaheim Hilton Hotel, Ca.
U.S.A, May, 1719, 1989.
5.MONTI,
A. D.: Técnica Ortodóncica de Mollin. 1. ed. Argentina: Mundi, 1968.
6.LEVI,
J. A. A.: et al. Orthopedic
Effect of the Extraoral Chin Cup Appliance on the Mandibule. Am. J. Orthod.,
7.RICKETTS,
R. M.: Orthodontic Diagnosis and Planning. Volume 1 and 2. Rocky Mountain
Orthodontics, 1982.
8.MOLLIN,
A. D.: Universal Light Arch Techinique for Treatment of Maloclusion.
9.PETIT,
H. P.: Syndromes Prognathiques: Squemas de Traitement ‘global’. Rev.
Orthop Dento Faciale, Paris, V. 16, p. 381-411, Oct. 1982.
10.
TURLEY,
P. K. Orthopedic Correction of Class III Maloclusion with Palatal Expansion
and Protraction Headgear. J.
Clin. Orthod., Boulder, v. 22, n° 5, p. 314 325, 1988.
11.
BENVENGA,
M. N.: Apresentação de um Caso Clínico de Classe III tratado com a mecânica
edgewise. Ortodontia – SPO. São
Paulo. V. 12 n° 3, setembro – dezembro, 1979.
12.
BENVENGA,
M. N.: Diagnóstico diferencial y tratamiento Ortodóncico-quirúrgico de las
maloclusiones de la clase III de Angle. Rev
Soc Argent Ortodoncia, Argentina, v. 58, n°. 115, p. 5-35, enero/jun. 1994.
13.
ELLIS,
E.; McNAMARA Jr., J. A. Components of Adult Class III Maloclusion. J.
Oral Maxillofac Surg, Philadelphia, v. 42, n° 5, p. 295-305, May 1984.
15.
SCHULHOF,
R. J. et al.: Predicction of Abnormal Growth in Class III Maloclusion. Am.
J. Orthod., St. Louis, v. 71, p. 21-430, Apr. 1977.
16.
FURQUIM,
L. Z.: SANT`ANNA, E.; IWAKI, L. F. Tratamento Ortodôntico Cirúrgico de um
caso de Classe III esquelética, agravado pela ausência total dos dentes
superiores. R. Clín. Ortodon. Dental Press, Maringá, v. 1, n° 1, p. 23-36,
fev./mar. 2002.
17.
BAPTISTA,
J. M.: Aparelho de Ancoragem Extrabucal Cérvico-occiptal com arco facial
basculante inferior de ação reversa. Revista de Ortodontia Paranaense,
Curitiba, n° 2, p. 105-113, jul./dez. 1986.
18.
RICKETTS,
R. M.: Curso ditado no VII Congresso Brasileiro de Ortodontia da S.P.O., São
Paulo-SP. Brasil, 1989.
BIOMECÂNICA
PARA
TRATAMENTO DAS MALOCLUSÕES DA CLASSE III
DE ANGLE

PROPOSTAS
PARA QUATRO TIPOS DE BIOMECÂNICA SECCIONADA NO TRATAMENTO DAS MALOCLUSÕES DA
CLASSE III DE ANGLE






SEQÜÊNCIA
DA BIOMECÂNICA SECCIONADA PARA TRATAMENTO DAS MALOCLUSÕES DA CLASSE III DE
ANGLE, SEM EXTRAÇÃO.
MONTAGEM
ATÉ OS 1os MOLARES.



FIG.
13.13 – Depois da fase de nivelamento são colocados arcos contínuos com alças
de contração em T ou arcos ideais

SEQÜÊNCIA
DA BIOMECÂNICA SECCIONADA PARA TRATAMENTO DAS MALOCLUSÕES DA CLASSE III DE
ANGLE, COM EXTRAÇÃO.
MONTAGEM
ATÉ OS 1os MOLARES.



SEQÜÊNCIA
DA BIOMECÂNICA SECCIONADA PARA TRATAMENTO DAS MALOCLUSÕES DA CLASSE III DE
ANGLE, SEM EXTRAÇÕES.
MONTAGEM
ATÉ OS 1OS MOLARES.

FIG.
13.18 – A
– Um arco utilidade superior de expansão com 3 alças pode ser usado no início
da movimentação ou em conjunto com um arco utilidade inferior provido de alças
para a colocação de elásticos de classe III 5/16”. B – Os pré-molares
e caninos não recebem brackets nesta fase e é possível iniciar a mecânica
de classe III colocando-se um arco utilidade inferior com uma dobra especial
para à aplicação dos elásticos.


MONTAGEM
ATÉ OS 2ºs
MOLARES.




FIG.
13.24 – A indicação do uso da ancoragem extra-oral reversa do Dr. Baptista
pode ser feita para os casos de classe III com montagem até os 2os
molares.
SEQÜÊNCIA
DA BIOMECÂNICA SECCIONADA PARA TRATAMENTO DAS MALOCLUSÕES DA CLASSE III DE
ANGLE, SEM EXTRAÇÕES.
MONTAGEM
ATÉ OS 2OS MOLARES.



FIG.
13.27 – Depois do fechamento da mordida, são aplicados elásticos de classe
III anteriores triangulares, pesados e duplos de 3/16” nos 1os pré-molares
e caninos superiores e caninos e incisivos laterais inferiores, para conseguir
a sobrecorreção do caso e evitar a extrusão dos molares de apoio na aplicação
clássica. B – caso concluído com os arcos ideais de
TRATAMENTO
INTERCEPTADOR DAS MALOCLUSÕES DA CLASSE III DE ANGLE NA DENTIÇÃO MISTA.

FIG.
13.28 – O tratamento interceptador para as classes III na dentição mista
consiste na colocação de um aparelho quad-helix e elásticos
pesados entre as alças helicoidais distais e a ancoragem extra-oral
reversa do Dr. Baptista ou na mascara facial.

palatino.
Estes casos geralmente são as típicas classes III cujo tratamento é
iniciado no final da dentição mista ou na dentição permanente.
geralmente
são as típicas classes III cujo tratamento é iniciado quase ao final da
dentição mista.
CASO
CLÍNICO – A. C. B. P. – CLASE III – SEM EXTRAÇÕES NA DENTIÇÃO MISTA